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Putzgrila Palada! - A Magia e Kung-fu de Lama Bonanza |
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Citação
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"OS DEGRAUS" Autor: Mário Quintana OS DEGRAUS Não desças os degraus do sonho Para não despertar os monstros. Não subas aos sótãos – onde Os deuses, por trás de suas máscaras Ocultam o próprio enigma. Não desças, não subas, fica. O mistério está é na tua vida! E é um sonho louco este nosso mundo. Mário Quintana In “Baú de Espantos
Escrito por Rei Paladino às 18h28
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"Ai de mim se revelo e ai de mim se não revelo! Se digo o que sei, os maus aprenderão a cultuar seu Mestre; se não digo, os companheiros continuarão ignorantes da verdadeira sabedoria."
Autor: Spher-há-Zohar, (livro do Esplendor) as reclamações do Rabino Simeon no Livro I
Eis a minha (não) resposta se devo ler tarot pra qualquer um...
Escrito por Rei Paladino às 16h38
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"O que não me contam eu escuto atrás das portas. O que não sei, adivinho e, com sorte, você adivinha sempre o que, cedo ou tarde, acaba acontecendo."
Autor: Dalton Trevisan
Para a amiguinha Lú, que sonha com as coisas e elas acontecem.
Dough, isso não acontece comigo!!
Escrito por Rei Paladino às 23h18
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“Aí a criançada toda chega,
E eu chego a achar Herodes natural”
Autor: Toquinho e Vinicius de Morais – Cotidiano n. 2
Escrito por Rei Paladino às 12h30
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"Os grandes desdenham as pessoas de espírito, que apenas têm espírito; e as pessoas de espírito desprezam os poderosos que apenas valem o que vale o seu poder"
Autor: La Bruyère
Os grandes desdenham as pessoas de espírito, que apenas têm espírito; e as pessoas de espírito desprezam os poderosos que apenas valem o que vale o seu poder; as pessoas em geral lastimam uns e outros que tiveram espírito ou poder sem nenhuma virtude. Quando vejo junto dos grandes, à sua mesa, e algumas vezes na sua intimidade, esses homens espertos, solícitos, intrigantes, aventureiros, espíritos perigosos e nocivos, e considero, por outra parte, quanto custa às pessoas de mérito aproximar-se desses grandes, não estou sempre disposto a crer que os mais sejam suportados por interesse ou que as pessoas de bem sejam assim tratadas como inúteis; acho mais certo e como confirmado este meu pensamento de que importância social e discernimento são duas coisas diferentes.
Escrito por Rei Paladino às 13h51
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Escrito por Rei Paladino às 00h17
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“A vida é como uma vadia de estrada: ou dá ou desce”
Autor: Lama Bonanza
Quando: 08/02/2007
Contexto: Enchentes... Dano infecto... Água descendo pelos lustres...
Escrito por Rei Paladino às 15h39
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"Roda de amigos"
Autor: Jaguar
A melhor roda de amigos está onde a bebida é honesta, as doses são generosas, os petiscos são maravilhosos, os banheiros são impecáveis, tem uma música que você adora, não precisa dar gorjeta, não tem hora para fechar, o desconto é de 100% para os amigos e a descontração é total. Sua casa.”
Escrito por Rei Paladino às 20h10
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"In the beginning there was Man. And for a time, it was good."
Autor: Animatrix - Part I
Buscar na Web "Animatrix - Part I"
Escrito por Rei Paladino às 23h42
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"“a vida pode ser o q for mas pelo menos eu me divirto”"
Autor: Liquid
Buscar na Web "Liquid"
Quando: 27/11/2006
A frase mais profunda do meu dia hoje.
Escrito por Rei Paladino às 14h12
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“A política está a quilômetros de distância da urna. O momento em que se vota é aquele em que o indivíduo renega a possibilidade de fazer política, outorgando sua manifestação política a outrem para que este a exerça. A verdadeira política está na tentativa de negar a política parlamentar e o voto.”
Autor: desconhecido
Escrito por Rei Paladino às 15h43
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"Televisão"
Autor: Bruce Springsteen
So I bought a .44 magnum it was solid steel cast
And in the blessed name of Elvis well I just let it blast
'Til my TV lay in pieces there at my feet
And they busted me for disturbin' the almighty peace
Judge said "What you got in your defense son?"
"Fifty-seven channels and nothin' on"
[tradução aproximada]
Então comprei uma Magnun.44, aço sólido
E pelo sagrado nome de Elvis, bem, eu simplesmente deixei atirar
Até que minha TV ficasse em pedaços aos meus pés
E me prenderam por perturbar a grandiosa paz
Juiz disse “O que tem em sua defesa, filho?”
“Cinqüenta e sete canais e nada que preste”
- Bruce Springsteen, 57 Channels (And Nothin´on)
Escrito por Rei Paladino às 22h01
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Do anarquista russo do séc. XIX, Mikhail Bakunin (1814 – 1876)
“Assim, sob qualquer ângulo que se esteja situado para considerar esta questão, chega-se ao mesmo resultado execrável: o governo da imensa maioria das massas populares se faz por uma minoria privilegiada. Esta minoria, porém, dizem os marxistas, compor-se-á de operários.
Sim, com certeza, de antigos operários, mas que, tão logo se tornem governantes ou representantes do povo, cessarão de ser operários e pôr-se-ão a observar o mundo proletário de cima do Estado; não mais representarão o povo, mas a si mesmos e suas pretensões de governá-lo.
Quem duvida disso não conhece a natureza humana."

Escrito por Rei Paladino às 00h20
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"I Choose"
Autor: The Offspring
Quando: 1997
This is life
What a fucked up thing we do
What a nightmare come true
Or a playground if we choose
And I choose
Escrito por Rei Paladino às 23h03
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"São apenas pequenas coisas que gostaríamos de esclarecer um dia."
Autor: Douglas Ricardo Guimarães
Russos Misteriosos
São apenas pequenas coisas que gostaríamos de esclarecer um dia.
Numa semana de verão, daquelas com calor insuportável, 30 a 32 graus, fui buscar minhas lentes de contato numa certa ótica da Alameda Santos. Havia meses que eu deveria tê-las pego, mas já estava com meus óculos e, sabe como é, fui adiando. Devido a um motivo que ignoro, o metrô estava simplesmente lotado naquele dia, de forma que permaneci em pé toda a viagem, equilibrando-me para conseguir terminar a leitura de minha revista.
Quando cheguei na estação terminal, decidi esperar que todos saíssem, para que eu pudesse descer tranqüilamente. Enquanto fechava minha revista, percebi que em um dos bancos encontrava-se um envelope marrom. Devia pertencer a alguém que acabara de descer, então resolvi pegá-lo e aguardar na plataforma, pois a pessoa retornaria assim que se lembrasse. Bem, não foi uma idéia muito boa. Ninguém voltou nos vinte minutos em que fiquei plantado ali. Ao menos terminei de ler minha revista.
O procedimento mais acertado seria entregar o envelope ao serviço de achados e perdidos, mas compelido pela curiosidade, resolvi dar uma espiada no conteúdo antes de findar com ele. Era um envelope do Sexagésimo Sexto Cartório de São Paulo, endereçado a Denis Smiertiakóv Vasquevics, e dentro dele havia o testamento do destinatário e seu endereço: Rua Treze de Maio, 63. Ora essa, um testamento de um descendente de russos. Verificando quais eram os bens que o Sr. Vasquevics deixava, deparei-me com algumas surpresas. Deixava, para cada um dos dois filhos, um Alfa Romeo 94, ambos pretos. Deixava para a neta sua fazenda em Jaboticabal. E deixava para sua filha as jóias da família, que sua falecida mãe lhe ordenara fosse entregue à primeira menina de sua descendência a nascer. Detalhavam-se as jóias existentes e a obsessão da mãe, que guardara as jóias no cofre da embaixada russa de Sampa, as quais só poderiam ser retiradas mediante a apresentação da certidão de nascimento e algum documento com foto do herdeira.
Pensei em entregar o envelope, já que teria de passar pela Rua Treze de Maio, assim poderia conhecer os tais russos excêntricos. Dirigi-me a passos largos até o endereço mas, chegando lá, não existia o número 63. Em seu lugar havia um muro da prefeitura e um outdoor. Perguntei ao porteiro do prédio em frente, n.º 64, que me afirmou nunca haver existido o número 63, em vinte anos que trabalhava ali. Também não conhecia nenhuma família russa que morasse nas redondezas. Tentei com mais três pessoas, o dono do bar, o jornaleiro e uma velhinha sentada na varanda do n.º 70. Não obtive sucesso. Neste momento, lembrei-me de verificar as horas, somente para perceber que a ótica já havia fechado.
Desconsolado, caminhei em direção ao metrô e cruzei com uma agência da empresa de telefonia de São Paulo, dessas entupidas de telefones e terminais de auto-atendimento. Não custava tentar. Pedi a lista à atendente, mas não localizei nenhum Denis naquela rua, quanto mais Vasquevics. Digitei o nome no terminal, somente para receber a mensagem ‘NÃO EXISTENTE’ na tela. Mas não iria desistir.
No dia seguinte, liguei para o Fórum da Praça João Mendes, o Fórum Central de São Paulo e não consegui o endereço do 66º Cartório. Não que eles não o tivessem, ele simplesmente não existia. Aquilo já estava por demais misterioso, o que me incomodava um pouco, mas aumentava meu comichão de curiosidade. Liguei para o consulado da Rússia, ex-URSS, mas não me atenderam. Nos consulados e embaixadas dos países que surgiram depois da fragmentação da potência socialista, nenhum tinha qualquer informação sobre os pertences guardados em seus cofres. Alguns nem tinham cofres.
Entrei em contato com a Prefeitura de Jaboticabal, mas esta desconhecia qualquer propriedade em nome do misterioso defunto russo. Fui pessoalmente à Embaixada Russa (depois de descobrir que o consulado havia sido desativado), mas eles simplesmente não possuíam nenhum registro de bens guardados em nome de Vasquevics ou qualquer Denis, mas confirmaram a autenticidade do selo da embaixada no testamento, bem como a assinatura do embaixador. Bom, saber que não se tratava de um trote já era alguma coisa. Por outro lado, não me senti seguro em deixar o documento com os funcionários da Embaixada. Excesso de preciosismo talvez. Na verdade já me sentia como um guardião dele.
As semanas se passaram e eu continuava de posse daquele testamento oriundo de lugar nenhum. Cansei-me de tudo isso e decidi finalmente entregá-lo ao serviço de achados e perdidos do metrô. Tive o cuidado de lacrá-lo e deixar meu telefone para que a pessoa entrasse em contato comigo. Se ela não fosse uma persona non grata. E se existisse.
No mês seguinte, cheguei em casa e, enquanto tirava os sapatos, ouvi os recados da secretária eletrônica. Nem me lembrava mais do maldito russo, quando uma voz com um sotaque alemão começou a sair da máquina. Prestei a máxima atenção, enquanto uma tal de Diana Vasquevics me agradecia pela entrega do envelope e me pedia para comparecer à Rua Treze de Maio, n.º 63 para conhecê-la e ser recompensado. Fiquei atônito por uns dois minutos, e decidi que iria até lá algum dia, quando fosse buscar minhas lentes de contato, que aliás já estão pagas.
Mas isso não é nada preocupante, ou mesmo perigoso.
São apenas pequenas coisas que gostaríamos de esclarecer um dia.
Escrito por Rei Paladino às 18h54
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