“F” de fraude! Eu não assisto o Big Brother, mas acidentes acontecem. Estava eu jantando com meu pai, acaba a novela – que também não assisto e não sei o nome – e começa o BBB8.
Mostrou uma prova que aconteceu durante a madrugada. Os participantes entravam em apertadas cabines transparentes, com sensores de movimento. Quem se mexesse ativaria uma lâmpada e estaria eliminado da prova.
O vencedor ganhou após mais de 1 hora de prova. Foda, uh? Mas mais foda mesmo foi constatar com apatia a fraude ridícula que a Globo impinge aos telespectadores. Tinha um negrão lá, sei lá o nome, mas esse cara se mexia que mexia e nada da porra da lâmpada acender. Outros, em compensação, faziam um movimento mínimo e já estavam desclassificados.
Como é que mesmo depois disso alguém pode continuar acreditando que nada ali é direcionado? Meu pai estava tão absorto (entenda-se: ignorante ao resto do programa, exceto onde seus pensamentos o levavam) que só dizia "esse cara já devia ter saído!".
- Pai! Hellou-ou! Sério... você acha que isso é sério?
- Foi erro do sensor.
- PAI!! Erro do sensor?! PAI! Olha pra mim, olha pra cá. Isso... erro do sensor? Você acha que foi erro de um sensor descalibrado?? [tom de voz subindo]
- Ah tá. Não, isso é manipulado... Tá na cara... Esse bichinha de barbicha já devia ter sido eliminado. Cara mais falso viu... [começando a devanear novamente]
Eu ia comentar sobre o Fidel o seguinte: sabe a Síndrome de Estocolmo? A famosa condição catalogada pelos estudiosos, aquela peculiar fascinação que o seqüestrado cria e nutre pelo seqüestrador...
Não sei bem a explicação e nem vou pesquisar agora, mas é fato que algumas vítimas criam um tipo de dependência e/ou afeto pelo seu agressor depois de passar tantos anos sob seu jugo.
Sim! É totalmente patológico, mas acontece. Para mim, Cuba é o mais novo paciente.
Eu não ia postar nada sobre a renúncia de Fidel – que, aliás, deveria se chamar “aposentadoria compulsória por ausência de condições físicas”, ou também de “toma vergonha nacara, barbudo”, mas ok. Acho que o tema já está saturado e não tem nem 24 horas de ocorrido. Ou tem?
Ou melhor, eu não ia postar nada sobre a "melancólica 'renúncia' de Fidel com uma carta no jornal mais estúpido e inútil do mundo: o Gramma", conforme pontua Marcelo Tas.
Mas tive duas boas sacadas e boas sacadas são coisas legais de se compartilhar.
1. Reparou como o Fidel jovem é a cara do Liam Neeson?? Já temos um ator perfeito para o filme!
2. Puxa, eu tinha uma sacada que era muito melhor que essa!! Quando me lembrar eu posto.
É com pesar que constato que meu blog foi usado como ferramenta para um crime de discriminação racial. A vítima não gostou nada e eu me vejo na obrigação moral, cívica, de amigo/irmão, obrigação até mesmo profissional de advogado que sou e pelo juramento que fiz, obrigação de concordar com ele. Vou entrar em contato com o UOL.
Putzgrila, deve ser feriado. 6 comentários na postagem abaixo! Hahaha, mui grato, amigos, bem como àquele(s) que achou por bem comentar agressivamente.
Om mani padme hum (ou algo assim), a compaixão é uma virtude difícil e para poucos!
Mas enfim, pessoas, os pés desincharam (acho que não graças ao escalda-pés, por motivos que posso contar depois), a balada de ontem com Daniel e Rosi foi bacana (curti a Fun House, voltarei), o kung-fu com dor de cabeça hoje foi joinha também. Dormir com os pés pra cima não é tão divertido quanto dançar Bonde do Role, mas são ossos do ofício, basta estar vivo para morrer, não? Na próxima semana não me espantarei se inchar de novo... só é um aborrecimento.
E hoje... hmmm, pensando no que fazer. Conversando com o Mura, ele me lembra da existência de duas meia-noites hoje!! Lembrem-se de atrasar seus relógios, seus putos. É uma noite tipo mágica, devia fazer tipo uma magia com essas meia-noites. Ou não.
Bom, sei que amanhã tem a SILLY WALK na Av. Paulista. Hooray\o/
Em 2006/2007 eu me preocupei com uma coisa: meus pés. Eu sempre tive pé alto, mas notei uma elevação na parte externa deles. Me preocupei. Um tempo depois observei que era resultado do kung-fu. De tanto fazer determinadas coisas, os pés ficaram musculosos e era só isso. Respirei.
No final de 2007, dezembro, apareceu uma novidade. Pés inchados. Bem inchados no tornozelo, curiosamente só na parte de dentro. Pensei na Ana com toda sua retenção de líquidos, seria eu o próximo? Não quero isso pra mim não... puxa, tenho agido tão tranquilamente, não estou guardando coisas dentro de mim, eu vou lá e desabafo com quem tem que ser. Estou bem espiritualizado, zen, saindo daquela fase péssima que foi ficar sem emprego por 1 ano e meio.
Durante o feriado do ano novo em São Thomé, os pés não incharam uma vez sequer. Ótimo, deve ser efeito de ficar sentado o dia todo, usando meia, sapatos, coisas assim. Nada que um bom exercício não resolva.
Hoje... já faz 3 dias que meus pés não desincham. Crescem, diminuem, mas ainda num índice de inchamento. Me preocupo.
Sabe, não sou porra-louca, sei o que tenho a perder. TUDO. Ontem mesmo tomei 3 injeções de insulina para poder fazer um bom controle da diabetes. Eu me trato, não como desmedidamente, evito doces, faço exercícios. Tenho várias consultas médicas marcadas para acompanhamento, mas nenhuma para esse problema novo.
Voltando ao dia de hoje, fui na Faria Lima comprar sapatos em frente ao Iguatemi. Na loja, dei de cara com uma palmilha onde se escrevia “diabetic’s line”. No farol me entregaram um santinho escrito “Nossa Senhora Desatadora dos Nós”. Outro dia a médica da empresa disse para controlar bem o diabetes, senão uma das complicações seria meu sangue virar um melado e não um fluido. Na calçada, um mendigo com perna mecânica dormia, os olhos fechados para este mundo, ignorante ao Iguatemi e ao luxuoso prédio que lhe dava duro abrigo, ignorante aos caixas eletrônicas do Itaú parados como máquinas ali ao lado.
Lembro-me de massagear as pernas da minha mãe no hospital, incrédulo com a impotência de não conseguir fazer o sangue circular velozmente na perna dela. Nos derradeiros e moribundos dias, nada mais fazia sentido. O hidratante alemão com cheiro de mel que usei nas massagens, inútil e odioso. Tenho o desgraçado do enorme pote até hoje, com algum produto ainda restando.
“Mas, se a sociedade não pode igualar os que a natureza criou desiguais, cada um, nos limites de sua energia moral, pode reagir sobre as desigualdades nativas, pela educação, atividade e perseverança”
O Carnaval foi pretty boring. Saldo empatado entre coisas boas e ruins, mas parece ser mais fácil e humano lembrar das que te aborrecem.
Fomos pra PG: eu, D, TR e R. Fui meio forçado, avisei que não queria ir, que a viagem não teria as coisas que eu queria e tanto buscava. Avisei. Fui pra poder falar depois “ta vendo, vocês não podiam me dar o que eu queria”.
Me levaram pra duas cidades que eu não queria ir, Peruíbe e Santos. Mas foi legal. A cachoeira, impagável... Não tomei banho nos rios de Brotas como queria (deuses, como eu queria cavalgar!!) mas o cenário da Juréia serviu perfeitamente. Detalhe: o Bonde do Rolê não é ruim, mas sua boa apreciação depende fatalmente da obtenção (atingimento?) de critérios de pessoas, lugar e ocasião. Cai em mim, travesti!
Voltando pra São Paulo, minha memória me engana. O resto do feriado deve ter sido bem capenga, porque não lembro nada. Aliás, isso eu lembro, FOI CAPENGA.
Mais atualizações: 2 domingos consecutivos jogando Halo 3 (do X-box) na casa do BBK. Rrrrrock! Churras intimista na casa do mesmo. Boas biritadas com Lou e Mura. Boas biritadas com Daniel e Laerte. Filosofia no ar.
Mais atualizações: trabalho prosseguindo normalmente. Resolvi cortar o cabelo e tosar a barba totalmente, visual mais clean combina com roupas sociais. Além de te diferenciar de outra pessoa.
Sábado dia 09, organização e execução do churrasco da Bruna. Trabalho de graça pros amigos, mas a pergunta psicológica é: 1. faço isso para me sentir útil e mostrar que sei fazer algo melhor que outrem? Ou 2. faço pela felicidade estampada no rosto de gente querida?Alternativa 3? Ambas as anteriores? Pode?
Ana: não agüento mais a Ana. Não agüento a energia que ela está presa. Não agüento algumas conivências do meu pai. Tento pegar algumas conivências para mim também. Hipócrita. Ela tem muito carinho. Mas não sabe mostrar sempre. Então, com dor no coração (mesmo?) eu preciso sair desta.
Estou feliz pela conquistas de alguns amigos.
O poker vai bem, obrigado. Não sei se perceberam (eu percebi), mas substituiu a Folia de Reis (que hoje só acontece na surdina, por motivos de piada bem como motivos que não posso (não quero) revelar). O poker ainda me rendeu boas risadas, muita cerveja e amendoim, mementos incríveis com amigos, 1 ruiva e 1 loira, e descobertas bombásticas sobre o meu passado. Eu sou realmente feliz.
E em breve teremos aula de Kuoshu (boxe chinês) no kung-fu. AGORO O BICHO VAI PEGAR MÓDAFÂQUER! Algum dirigente do Detran interessado em participar??
Postagem escrita sob a influência enervante de saber só depois da multa de 20% no caralho da merda da porra do IPVA, que a porra do governo nos cobra e não faz porra nenhuma para o populacho.
Muita coisa pra postar. Tanto atraso. A sensação de atraso é comigo mesmo, sinto que me devo isso. Um registro pra eu me lembrar depois, seria isso? Não tenho a resposta - no consciente, pelo menos - só sei que estou frustrado!
Mega frustrado. Durante o fim de semana procurei meu boleto do IPVA e não achei. Achei que estivesse com meu pai, fiquei até mais tranqüilo. Mas que nada. Durante alguns momentos do dia eu esqueci o assunto – sou humano – mas tinha alguma certeza mental que o vencimento era hoje. Tudo bem, pago com 1 dia de atraso e tchans.
Bem, é só entrar no Itaú e tomo 2 sustos – eu já disse que não me assusto mais?? Primeiro que minha conta corrente aparece com valor zero. Ok, o Banco está em manutenção, meu dinheiro não sumiu – mas amanhã de manhã vou conferir.
Segundo dissabor: eu estava 55 minutos atrasado para pagar o IPVA. Isso vai me custar $50 em multa moratória e juros pela SELIC.
Cara... se tapassem a porra dos buracos dessa metrópole que merecia um asfalto melhor, se fizessem provas mais rigorosas e criteriosas com os motoristas (nada pessoal, Bu), se ficassem de olho nos novos e nos velhos fazendo barbaridade por aí, se prendessem motoristas alcoolizados ou os que são mais grossos que pica de jegue no trânsito, esses sim deviam ter os direitos cassados por falta de aptidão.
O trânsito em São Paulo, além de distorcer o significado da palavra “trânsito”, que nos remete ao conceito de “movimento”, acaba com nossos movimentos. E qualquer movimento social na Paulista cessa o movimento da cidade. Isso não é trânsito caótico, é uma merda organizada. Bem organizada, mas continua sendo merda.
Caralho, pagar R$50 de multa é um insulto á minha cidadania.
Não brinco mais.
E depois perguntam “Porque está com essa cara, Cris? Tudo tem seu tempo, calma que as coisas acontecem.” Vou te mostrar o que acontece, imbecil.
Aposto minhas bolas de tênis que você não sabia disso!
Energúmeno
Acepções
1Diacronismo: obsoleto.
possuído pelo demônio; possesso
2Derivação: por extensão de sentido. indivíduo que, exaltado, grita e gesticula excessivamente
3Derivação: sentido figurado. indivíduo desprezível, que não merece confiança; boçal, ignorante
Etimologia
gr., masc. nominativo singular do gr. energoúmenos, méné,rmenon 'que está sendo influenciado, dirigido', já no sIV 'que está possuído pelo demônio', part. pres. passivo do v.gr. energéó 'agir, produzir; executar; agir sobre, influenciar (esp. um mau espírito)'; ver -erg-
Olha isso! Vai ter um encontro em frente ao MASP pra fazer uma Silly Walk (algo tipo “andar estapafúrdio”). A 1ª Silly Walk Brasil será dia 17, às 16h30.
Para quem não sabe, o Silly Walk é mais uma criação do Monty Python, que é um programa que eu devo ter assistido através de memória e inconsciente coletivos!
A idéia é que todos os participantes imitem os passos do grande John Cleese - ou, melhor ainda, criem seus próprios estilos de silly walking. Figurino (opcional): chapéu e/ou guarda-chuva grande.
Ajudem o Cris a ir com o simples gesto de comparecer ao evento!
The Ministry of Silly Walks é um sketch do episódio número 14 do programa Monty Python’s Flying Circus, transmitido pela BBC em 1970. Uma versão reduzida do sketch aparece no filme Monty Python Live at the Hollywood Bowl.
No sketch, John Cleese é um funcionário público de um departamento fictício do governo britânico responsável pelo desenvolvimento de silly walks através de concessões.
Menos uma pendência pra arrumar no carro. Dá até gostinho de novo, aquela sensação de falta de familiaridade, isso é bom =)
Orçamento com a loirinha gostosinha numa loja já conceituada: $130
Orçamento numa outra loja que parece bem confiável, mas onde o cara mal fala com você devido a alguma correria que ele tem que fazer: $50
Arrumei no mais barato, lugar confiável, cheio de clientes, sem lenga lenga e metade do preço. So far, so good!! Roça é pagar uns $20 de táxi pra ir e voltar do trampo enquanto o carro conserta. Mesmo assim, saí no lucroXD
Hoje Lama Bonanza traz duas mensagens de sabedoria logo pela manhã para os amiguinhos.
Reproduza na memória o momento em que viu pela primeira vez a pessoa amada e sentiu o toque do amor. Contemple essa imagem e afaste da lembrança os acontecimentos posteriores. Você reencontrará o encanto perdido.
Sua mente o atormenta; não importa se você vive o dia-a-dia ou renuncia a ele para ir viver na floresta.
O ego é a origem do pensamento. Ele cria o corpo e o mundo, e o faz pensar em ser um grhastha (chefe de família).
Caso você renuncie, o ego simplesmente substitui a idéia de sannyasa (asceta) pela de grhastha, e o ambiente da floresta pelo da casa.
Contudo, os obstáculos mentais lá estarão à sua espera. Até mesmo aumentam em novos ambientes.
O único obstáculo é a mente; ela precisa ser vencida, em casa ou na floresta. Se você pode vencê-la na floresta, por que não em casa? Portanto, por que mudar de ambiente?
Você pode começar a trabalhar agora, seja qual for o ambiente.
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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, A.Pinheiros, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Esportes, Música, Kung-Fu MSN - reipaladino@hotmail.com