Can't get the stink off He's been hanging round for days Comes like a comet Suckered you but not your friends One day he'll get to you And teach you how to be a holy cow
You do it to yourself, you do And that's what really hurts Is that you do it to yourself Just you and no-one else You do it to yourself You do it to yourself
Don't get my sympathy Hanging out the 15th floor You've changed the locks three times He still comes reeling through the door One day I'll get you And teach you how to get to purest hell
You do it to yourself, you do And that's what really hurts Is that you do it to yourself Just you, you and no-one else You do it to yourself You do it to yourself
You do it to yourself, you do and that's what really hurts Is that you do it to yourself Just you, you and no-one else You do it to yourself You do it to yourself, yourself, yourself.
Na época em que eu trabalhava na Unisys, havia lá um excelente técnico chamado Camacho que era uma espécie de lenda viva. O camarada conhecia tudo de uma das máquinas mais complicadas da época. O Camacho era português e vivia contando piadas de português. Um dia perguntaram a ele:
- Camacho, como é que você, sendo português, conta tanta piada de português?
Ao que ele respondeu.
- Ora, acontece tudo lá em casa!
Li, certa vez, uma entrevista do Gabriel Garcia Marques na qual lhe perguntavam justamente de onde ele tirava a inspiração para todas aquelas histórias incríveis que ele contava em seus livros e a resposta foi basicamente a mesma. Claro que ele exagerava algumas coisas aqui e ali, mas o dia-a-dia era a origem da maioria das histórias.
Na semana passada, li uma nota em um jornal inglês antigo que poderia ser usada como base de uma história. Como gosto dessas histórias, resolvi reproduzi-la aqui.
Quando tinha 36 anos de idade, Donna Lewington mudou-se para uma casa a mais ou menos 1.500 metros de distância da casa onde morava. No jardim da casa nova, ela encontrou sua tartaruga, Linford, que havia desaparecido da casa antiga um ano antes da mudança.
E, como na vida, a gente imita a arte, vejamos uma notícia publicada no site de tecnologia IDG Now!
São Francisco - Um jovem de 12 anos de idade conseguiu escapar do ataque de um alce, na Noruega, graças a uma estratégia aprendida no game World of Warcraft, informou a Nettavisen.
Hans Jørgen Olsen e sua irmã passeavam por uma floresta perto de casa, quando foram ameaçados pelo alce. Eles conseguiram escapar do ataque graças a um truque aprendido por Hans com seu personagem de nível 30 no World of Warcraft.
Depois de desviar a atenção do animal de sua irmã menor, Hans usou o golpe comumente aplicado em masurpiais existentes no game para evitar ataques - a habilidade "se fingir de morto" do personagem caçador.
Hans, sua irmã e o próprio alce escaparam do incidente sem ferimentos.
Engraçado eu falar do Duque de Caxias logo aí abaixo e hoje fui lá na Rua Duque de Caxias. Obviamente eu me lembrei da piadinha do Chaves (normal...)
Aliás, agência Bradesco da Duque de Caxias, pra quem é homem e gosta de mulher bonita, conversar com a pessoa que fez meu encerramento de conta. Linda e simpática. O nome eu vou ocultar.
Mas é claro que não fiz nada, exceto fechar a conta e morrer com um dinheiro pra isso. Pfff, Bancos!!
Matando curiosidades: não, ela não é ruiva, hahaha.
Hoje o show foi no teatro do Sesc. Menos bom que o de ontem em qualidade de som, mas bom de qualquer jeito nos padrões Cris de medição.
Turma diferente, local diferente, emoções diferentes, muita sexperienced. Às vezes bate um sozinho na multidão e me lembro de “Ulisses Contra Ulisses” (André Dahmer), mas basta pular 3 minutos seguidos até as panturrilhas finalmente pedirem arrego para esquecer o tema.
Comprei o cd novo (“Todos Os Tempos”) por um preço bem acessível (duvido que encontre mais barato tão cedo), conheci a banda, tiramos fotos, peguei autógrafos, foi ducaralho. E eu sou feliz. E não.
Nessas situações é muito mais divertido brincar de liquidificador do que estátua do Duque de Caxias;-)
"É-nos possível estar sozinhos, desde que seja à espera de alguém."
Sabe o que é melhor que um show da Cachorro Grande? (“Sexo”? Hmm, ok, vai...). Um show completamente intimista da Cachorro, na chopperia do SESC Pompéia, com um grande amigo.
Quando eu estiver sóbrio eu vou postar uma das 60 fotos.
Meu perfil
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, A.Pinheiros, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Esportes, Música, Kung-Fu MSN - reipaladino@hotmail.com