ELE entrou no posto de saúde, entregou seus documentos e ficou aguardando no balcão de informações à entrada do local.
Um velhinho entrou, aproximou-se do balcão, chamou uma atendente e esboçou um sorriso amigável ao ser atendido. O OUTRO só observava e perguntava-se quando o velhinho iria contar sua história. Ele tinha que ter uma história.
O velhinho falou que precisava de atendimento porque tinha um machucado na canela. Entrou no balcão, sem ser convidado, e mostrou o ferimento. A atendente já tinha entendido o recado sem precisar ver o hematoma, já sabia o que fazer e como fazer, mas esse tipo de cena faz parte da rotina diária dela, tanto quanto, senão mais, um mangusto toma chá de camomila pela manhã.
O velhinho aguardou em silêncio a atendente orienta-lo e preencher algumas papeladas. O silêncio era um desafio ao OUTRO, quase opressor; será que havia errado na sua suposição? Será que o velhinho era tão diferente das pessoas e não necessitava de atenção, não quereria contar seu caso com detalhes e cores?
O velhinho, enfim, contou o seu caso - o OUTRO já não agüentava mais. "O netinho fez isso e aquilo, veja só se pode, uma pancadinha tão débil fez tudo aquilo", etc. A atendente soltou alguns vários “hm humm”, entregou a papelada de atendimento e encaminhou o velhinho à sala correspondente com gentis mãos nas suas costas.
16h30: Saio do kung-fu e percebo que a luz de injeção eletrônica acende no painel do carro. Pergunto-me onde foi que errei.
17h45: Banho tomado, pego o carro e vou até um auto-elétrico na Cerro Cora, que descubro estar fechado. Vou até o Banco do Brasil, quarteirões acima.
18h00: Tem um motoqueiro, que considero suspeito à minha vista, estacionado no Banco e um dentro da agência.
18h01: Estaciono o carro um ou dois imóveis ao lado do Banco e entro na agência. Motoqueiros ainda lá. Entro, consulto meu saldo e saco R$60.
18h02: Motoqueiros vão embora. Um cara se aproxima da porta da agência falando ao celular, pára na porta, conversa e vai embora.
18h04: Saio da agência, acho curioso um carro estacionado bem ao lado do meu quando havia tantas mais vagas mais para parar. Tal carro está manobrando de ré e sai rapidamente pela Cerro Corá enquanto chego perto do meu carro.
18h05: Constato confuso pelo vidro que meu rádio está no banco do motorista junto de uma chave de fenda. Olho para trás e acompanho, ainda confuso, o carro vizinho indo embora.
18h06: Constato também que o miolo da chave da porta do meu carro está afundado. Entro no carro, pego a chave de fenda na mão, olho em volta... ninguém para matar.
Estou chateado, queria ter voltado pra casa com dois troféuzinhos, hunf (isso explica os 2 sinais de mau agouro que tive; isso e mais os acontecimentos na vida do amigo B.)
No fim das contas acabei ficando mais ou menos em 5º lugar em cada uma das competições. No kati de mãos livres eram 19 pessoas (foooda) e no de armas longas eram 12. Também, quem manda ser homem, categoria intermediário, adulto?? Seria melhor ser mulher, avançado, sênior, assim eu competiria sozinho, hahaha. Desconsidere as desvantagens da osteoporose neste exemplo aleatório...
Valeu a experiência de mais um campeonato, os açaís + comes e bebes diversos, uma longa conversa com um argentino na qual arrastei meu castelhano, algunas mujeres muy guapas, entre outras cositas màs. Mas a vida é assim, alguns juízes te fodem para que outros competidores possam ganhar medalha. Medalha, medalha, medalha!!
Segundo dia de trabalho na Side. Tudo anda devagar ainda, leva tempo até conhecer e compreender os procedimentos da empresa, onde ficam as pastas, quem manda no que, onde fica o café com bolachas, etc. A maravilha foi descobrir que vou trabalhar nas duas pontes do feriado, hunf.
O festival de dança da B. foi engraçado, eu e o P. alegres e zoando de um jeito que já fazia tempo e deixava saudades. Preciso repetir isso.
Fim de semana agora tenho campeonato de kung-fu, arriba gafanhoto! Ainda tem uns dias pra treinar.
E hoje é aniversário do meu pai... vou descer pq os convidados já estão chegando e deixar os convidados comendo sozinhos é falta de educação, haha.
Já fiz essa postagem recentemente, mas é hora de publicá-la novamente.
"Ai de mim se revelo e ai de mim se não revelo! Se digo o que sei, os maus aprenderão a cultuar seu Mestre; se não digo, os companheiros continuarão ignorantes da verdadeira sabedoria." (Spher-há-Zohar)
Os tempos são bastante estranhos, com ênfase no “bastante”.
Últimos acontecimentos: invadiram minha casa em Peruíbe, bateram no carro do Marcão, depois roubaram e ele ainda está com a saúde zoada, (dizem as lendas), meu desligamento da Embratel está sendo cheio de vai e volta, cancelamento de compromissos, minha irmã foi demitida por motivos fúteis, caíram 3 helicópteros e 1 avião em SP, recebemos uma intimação de execução fiscal sobre o IPTU de um terreno em Serra Negra, e a lista segue...
Acontecimentos de hoje: pai do Murillo faleceu, não consegui ir ao velório porque precisava pegar minha carteira de trabalho num lugar e levar pra outro, a zona oeste INTEIRA está parada agora às 18hs (cemitério da Lapa, Marginal Pinheiros no Shopping Villa-lobos, Pelézão, Leopoldina, Lapa, Marginal Tietê, etc), vão me fazer voltar DE NOVO na Embratel pra assinar papelada, vão me faze voltar DE NOVO na empresa nova pra assinar outras papeladas (é em outro prédio e não onde eu vou ficar), e a lista segue.
Caraca, a notícia boa é que eu troquei de emprego, começo 2ªf 12/11 e vou ganhar mais, voltei para meus estudos e consigo continuar o kung-fu também. São tempos estranhos. É o apocalipse.
"Ai de mim se revelo e ai de mim se não revelo! Se digo o que sei, os maus aprenderão a cultuar seu Mestre; se não digo, os companheiros continuarão ignorantes da verdadeira sabedoria."
Autor: Spher-há-Zohar, (livro do Esplendor) as reclamações do Rabino Simeon no Livro I
Eis a minha (não) resposta se devo ler tarot pra qualquer um...
O Samhaim (Halloween) é tempo para festas, abóboras assustadoras e quem quiser pode se vestir de bruxa ainda. Compre doces, assuste a molecada do seu bairro, divirta-se. Vá beber com os amigos.
E falando em beber, depois de 1 ano alguma coisa, entra meu primeiro salário. Não aqueeeela maravilha, foram só 15 dias trabalhados (“trabalhados” uma pinóia, mas isso eu explico em outro lugar), mas é um bom presente de ano novo para Lama Bonanza. Sem contar o VR e o VA pra poder gastar em cerveja importada e donuts no Pão de Açúcar, hehehe.
Meu perfil
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, A.Pinheiros, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Esportes, Música, Kung-Fu MSN - reipaladino@hotmail.com