Putzgrila Palada! - A Magia e Kung-fu de Lama Bonanza
O Excesso
Por mais que se coma numa refeição, nunca a fome será saciada para sempre. De nada serve acumular grande quantidade de alimentos, pois eles acabam se estragando. Podemos viver muitos e muitos anos, mas apenas um dia de cada vez.
Tem uma receita para se viver bem. Você pega um momento muito bom da sua vida, concentra-se nele, faz o passado tornar-se presente e começa a reviver aquele momento feliz. O cérebro não compreende a diferença entre passado, presente e futuro, para ele tudo é presente e só interessa a próxima liberação de químicas pelo corpo! Felicidade ou melancolia, euforia ou apatia, temos tudo aqui na Drogaria Cerebral Lama Bonanza.
Estava voltando para casa agora, tocou Heroes na versão dos Wallflowers na Kiss FM. Falei pro meu pai ”olha, é a música que eu toco melhor no baixo”. Foi muito bacana viajar na paisagem da rua passando rápido pela janela enquanto revivi intensamente um ensaio da banda.
Eu, BBK, Laerte Murillo e Beto íamos tocar numa festa de Halloween do Yázigi. Num dos ensaios me arranjaram a partitura para baixo da música. Ensaiei sozinho diligentemente durante uma semana, todos os dias, aquelas linhas de baixo, novidade para este pianista aqui.
No sábado seguinte no ensaio, qual não foi a surpresa e satisfação geral de todos lá, inclusive e principalmente a minha! Lembro-me dos olhares incrédulos que diziam “como é que você está fazendo isso, essa música ficou ótima!”. Quem diria, um partitura oficial, 5 dias de ensaio e tchans, felicidade enlatada pronta para consumo. Pop! Just add water!
Às vezes, quando cumprimento um deles, não vejo um cara de quase 30 anos à minha frente, mas tento lembrar daqueles moleques felizes e mando descer mais um casco de brêja. E eu sou feliz.
Estou no meio de um filme. Daqueles bem elaborados, que você não tem idéia de como o roteirista conseguiu bolar tudo aquilo, e não somente sob o ponto de vista da câmera, mas sob a mentalidade de c-a-d-a- u-m dos personagens. Envolve cerveja, mulheres, tramas e sub-tramas, envolvimento entre os personagens, um leitor não-onisciente, etc...
This is simply funcking bleeping crazy. É teratológico.
Brrrrrr, só uma cerveja e um x-bacon pra poder desabafar sobre o assunto (ou várias cervas no apê do Lalas também serve). Graças aos deuses, acho que tudo terminou bem!
Procurando empregos, “Assistente DP” dizia a vaga. Droga, era só Departamento Pessoal, pensei que era assistente para Dupla Penetração. Eu poderia até cuidar da filmagem ou algo assim...
Dando continuidade à minha linha de humor cachorresco e colocando os amigos a par dos últimos dias, tenho ouvido MUITO Cachorro Grande! O site dos caras voltou ao ar reformulado e é possível ouvir TODOS os álbuns gratuitamente, inclusive o material do acústico MTV de bandas gaúchas.
Além da veia rockeira, que nem discuto se é indie ou retrô ou whatever, estou me colocando no espaço-tempo da seguinte forma: a galera das outras gerações curtiu a fase Beatles no mesmo tempo em que acontecia, deve ter sido ducaralho. E por aí vieram Doors, Clapton, Iggy, The Who, Stones, Dylan, Jovem Guarda e tantos outros. E lá estava a juventude da época curtindo.
Enfim, o que quero passar é que a banda faz um puta rock ‘n roll competente HOJE, com influências descaradas mas sem perder a originalidade, é nacional, você não tem que pagar 100 pratas para ir num show, e estão trazendo coisas boas do passado – se falar que Beatles é ruim, feche a página agora, pagodeiro de merda!
Receita do Cris para saber se a banda é boa. Faça para si estas perguntas: 1. Eu gostaria de ter feito esta música? 2. Eu gostaria de estar nessa banda?
Quem quiser conferir, aconselho pequenas doses de cada álbum para não saturar. Overdoses já foram diagnosticadas por mim.
Faço minhas as sábias palavras de Marcelo Gross (Cachorro Grande). Putz, só fui descobrir essa música hoje... não que faça diferença, já que me encheu o saco essa coisa de "dê tempo ao tempo".
Bem, quando vai se iniciar uma história de RPG, os jogadores devem ter em mente que não adianta ser generalista, exceto se você tiver muitos pontos que o permita fazer isso. Então é melhor ter um bom cientista, um bom médico, um bom hacker, um bom mecânico e um bom esmagador de crânios. Ou coisa parecida.
Na vida o mesmo se aplica. Não é vantajoso ter um monte de pessoas iguais e com habilidades iguais no mesmo grupo, isso só leva a piadas internas e pouca variabilidade. A evolução das espécies na natureza prova isso, a variedade genética conta sempre positivamente para a evolução do grupo.
Eu diria o mesmo para a sua vida e carreira. O ser humano é um bicho social e, como tal, vive em sociedade; então, se você tem pontos de Superman para gastar consigo, feche esta página agora e vá ser bom em tudo. Se não for o seu caso, é melhor começar a se especializar em alguma(s) coisa(s) e deixe que as suas habilidades menos desenvolvidas sejam supridas pelos seus amigos e familiares.
“Quando nasci, um anjo torto, desses que vivem na sombra disse: Vai Carlos! Ser gauche na vida...”*Mesmo assim, lembre-se: o Superman era bom em tudo, menos em lidar com mulheres como se deve. Nem tudo é preto ou branco. Yin Yang, amigos.
O juiz Manoel Maximiano Junqueira Filho, da 9ª Vara Criminal de São Paulo, que arquivou a queixa-crime apresentada pelo volante são-paulino Richarlyson contra o diretor administrativo do Palmeiras, José Cyrillo Jr., que insinuou que o atleta é homossexual, vai ter que se explicar ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça).
No documento em que relaciona os motivos para o arquivamento do caso, Junqueira Filho classifica o futebol como "jogo viril, varonil, não homossexual" e sugere que um atleta gay deve abandonar a carreira ou montar um novo time e criar uma federação própria para continuar atuando.
Homofobia é foda. Se a moda pega... isso porque o cara é Juiz, tem formação superior, é estudado e culto. Elite podre.
Sexta: comprar patas de morcego e ir fazer minha proteção. Ir à festa do Lou e agüentar gente reclamando. Ler torpedos de cobrança.
Sábado: festa da mãe do Daniel no Sesi, 1 “olá” rápido e 1 cerveja e correr pra aula de kung-fu em 10 minutos. Fazer 2 aulas. Voltar para a festa no Sesi. Ver uma pessoinha que é jóia. Poesia. Beber e comer. Voltar para casa, me refazer do frio e bebedeira e me preparar para a festa do Daniel.
Buscar pessoas, beber mais, encher o bucho, encarar trânsito na Augusta e pagar o estacionamento sozinho. Ler torpedo velho e ranzinza. Entrar de graça na balada. Falar com os caras do Cachorro Grande. Brincar de “telefone sem fio”.
Ouvir Júpiter Maçã e agüentar gente reclamando. Dançar Síndrome de Pânico dos outros. O Inferno está cheio de más intenções, saiam pra lá que eu estou protegido, caralho!!!
Domingo: Voltar só de manhã para casa. Receber torpedos de gente reclamando. Comprar pão. Ligar o computador e curtir o sol quente das 10h da manhã. Finalmente dormir. Acordar e ir para almoço do Dia dos Pais (parabéns, meu velho guerreiro!). Beber mais. Comer as carnes da feijoada. Beber mais.
A postagem começa no meio de um raciocínio. Longo, pesado e rastejante, locupleto-me de coloca-lo aqui, preferindo começar pela metade. É tudo Full Circle, o fim tornar-se-á o início em algum ponto da trajetória. Raciocínio cíclico oriental e não linear ocidental.
(...)
Até mesmo porque meus alunos não são mais que isso, alunos. Não tem nenhum com disposição para discípulo; eu mesmo me pergunto o quanto eu seria discípulo nesta matéria. Minhas pernas doem, testam minha evolução, o antiinflamatório é caro, sair de casa para as aulas exige mais vontade do que minha falta de entusiasmo às vezes permite.
A relação mestre–discípulo é profunda. Envolve confiança e amor incondicionais; qualquer coisa a mais que eu possa dizer seria redundância e voltaria a estes 2 itens.
A música “Sanatório” do Tianastácia fala com propriedade: “Tem dias que eu to puto / Alguns dias maluco / Graças a Deus, a maioria dos dias eu estou contente / Também tem os dias doentes / Mas esses, eu sei, fazem parte da vida”.
Ultimamente eu desisti de quase tudo, me desprendi para não sofrer. Zen, o estado de não-mente. Não me prendo mais em acordar cedo para assistir os desenhos animados, só repetem. Não sou mais vidrado nos seriados porque cortaram a promoção da NET. Mulher, queria uma ou outra específica, mas também se não der, dou um jeito. Dinheiro, cretino que sou, me agarro aos meus últimos Reais, uso meu pai com dor na consciência ou sou agraciado pela amizade de alguém que resolve me pagar cerveja e comida no boteco às vezes, quiçá uma balada power.
... Zen ...
Tudo isso vem, fica um tempo, faz estrago, vai embora quando quer. Não tem poesia, só danos. Pra escapar desse fiasco e as próximas horas serem muito boas, momentos de embriaguez alcoólica e sono direto são um bom placebo. No dia seguinte, você acorda para o mundo normal e real. E nada foi resolvido.
Uma coisa ou outra me melhoram o humor, mas pensando bem, tudo é dicotomia, bem e mal, terra e céu, yin e yang: Cachorro Grande me bomba o humor. E me lembra a mulher. O Ryu no desktop me lembra meditação e o caminho do guerreiro. E depois vem a dor nas pernas. O bar me lembra os amigos. E também a falta de dinheiro. O carro me traz a liberdade para ir até onde eu quiser! E me lembra que estou preso à gasolina... e a este planeta.
Isso é uma prisão, meus amigos... despite all the rage I’m still just a rat in a cage.
Esse kanji (ideograma) significa “além dos limites”.
Num dia zen como este para mim, zen pensar em nada e zen me prender em nada para não me irritar ou me frustrar com as pessoas e as coisas, explorar os limites é até uma cruel ironia.
Vou fazer como o Murillo e deixar o assunto nas entrelinhas.
PS: quem lembrar onde aparece este kanji ganha um conselho espiritual de Lama Bonanza
“Após recebermos a sua resposta, revisamos todos os dados da sua conta cuidadosamente. Confirmamos mais uma vez a ocorrência de cliques inválidos nos anúncios do seu site, o que viola os nossos regulamentos e os Termos e condições do programa.”
Agora sim estou puto. Aquele esquema de anúncios do Google que eu coloquei no blog, aquela bosta me rendeu uns $10 dólares, que eu não posso sacar, e aí os caras resolveram me tesourar.
Alguém deve ter clicado vezes demais num anúncio ou ficou apertando F5 ou sei lá o que, fizeram alguma coisa que os bostas do Google resolveram chamar de “cliques inválidos” e agora além de perder o que eu já havia ganhado, não posso tentar novamente os anúncios.
ISSO É FRUSTRANTE! Vai me dizer que não tem urubu me perseguindo?! Será que eu encontro pra postar aquela musiquinha "Vai Tomar No Cú"?
Hoje teve show do Cachorro Grande, 12h30, na seqüência de shows que inaugura o Centro Cultural do Sesi Leopoldina, aqui perto de casa. Bem mais perto das casas do Daniel e Bruna.
Show de bola... sol a pino, uns 28°C na cabeça do público e banda, e os caras vestidos com os típicos jeans, blazers pretos e bonezinhos.
A Bruna teve que matar uma aula de biologia e sair voando da Frei Caneca pra poder comparecer (a empolgação e descrença simultâneas na voz dela foi o máximo); e eu e o Roger matamos umas horas de sono e jogos online.
Hoje foi divertido, tentativa de dar aula completamente frustrada, porém, novas emoções, muita cerveja, muita filosofia sobre RPG e a natureza humana, uma ruiva na outra mesa pra eu ficar observando... e .... e é isso.
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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, A.Pinheiros, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Esportes, Música, Kung-Fu MSN - reipaladino@hotmail.com